segunda-feira, 31 de maio de 2010

OUTRAS VIDAS III



Deixo-vos a sugestão de um livro extraordinário, relatado de forma doce, sensível, profundamente humana e real. Pura e simplesmente adoreí ler este livro e perceber que por detrás de alguns médicos, existem grandes homens.

5 comentários:

Mina disse...

Esse ainda não li, mas já estive em algumas palestras com ele e dá para notar a sensibilidade e o ser humano, como médico achei-o muito despachado rss, talvez pela demasiada evidência...
Mas tenho uma execelente impressão tanto dele como do irmão António, tem ambos um sentido humor fantástico as palestras com eles são super animadas, não são daquelas que dá sono xD e tem o bom gosto de ser ambos Benfiquistas.
Tenho em leitura "os mal entendidos" que li o capitulo que mais me interessa, e até já tenho sublinhado, mas ainda não tive tempo de passar, acho que é uma excelente ajuda para as patologias que refere, em especial na Síndrome de Asperger que é aquela que me liga está terra à terra e a mim pelo menos diz-me muito ou antes é mais uma confirmação para as minhas certezas...Também recomendo...
bjocas

Fê-blue bird disse...

Pelo vídeo e pelas suas palavras vou ler e depois comento a preceito.
Obrigado pela partilha.
Um beijinho

almighty yellowphant disse...

Olá Atena. Olha só o que encontrei: http://www.caleidoscopio-olhares.org/artigos/10%20coisas%20que%20toda%20crianca%20com%20autismo%20gostaria%20que%20soubesse.pdf

almighty yellowphant disse...

e tenho encontrado tantas coisas... http://furtadas.blogspot.com/2010/06/conversa-da-treta.html

Helga disse...

Gostei muito, bastante mesmo. Todos os médicos deviam ter esta ética. Infelizmente existem bons e maus profissionais em todas as profissões, mas nesta deveriam existir apenas humanos, que erram e assumem os erros, porque errar é humano. De novo, infelizmente, quando o meu filho com apenas 3 anos esteve 15 dias internado com uma salmonela, antes desta lhe ser diagnosticada, conheci a negligência de perto e estive a escassos minutos de o ver desfalecer nos meus braços.

Mas este livro (que ainda não li) louva certamente, aqueles que nasceram para salvar vidas, aqueles que cuidam e protegem o doente como um ente querido. Aqueles que choram porque falharam, porque fizeram tudo o que havia para fazer e não conseguiram, não se limitando a virar as costas. Felizmente também conheci médicos assim. Sei que eles existem.

É para eles o meu grande bem-haja e o meu obrigado por existirem.

Beijinho :

 
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